terça-feira, 30 de julho de 2013

Entrevista do Papa Francisco ao Fantástico

Bom Dia,

Ontem assisti pela internet mesmo a entrevista exclusiva que o Papa Francisco deu ao Fantástico, ele é um amor, um exemplo de simplicidade, de humildade, sem dúvida alguma ganhou meu coração.
Bom... Achei num site os trechos da entrevista dele e os que na minha opinião foram os mais importantes vou postar.

Protestos dos jovens

"Com toda a franqueza lhe digo: não sei bem por que os jovens estão protestando. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto: um jovem que não protesta não me agrada. Porque o jovem tem a ilusão da utopia, e a utopia não é sempre ruim. A utopia é respirar e olhar adiante. O jovem é mais espontâneo, não tem tanta experiência de vida, é verdade. Mas às vezes a experiência nos freia. E ele tem mais energia para defender suas ideias. O jovem é essencialmente um inconformista. E isso é muito lindo! É preciso ouvir os jovens, dar-lhes lugares para se expressar, e cuidar para que não sejam manipulados."

Idolatria do dinheiro

"Esse mundo atual em que vivemos tinha caído na feroz idolatria do dinheiro. E há uma política mundial muito impregnada pelo protagonismo do dinheiro. Quem manda, hoje, é o dinheiro, e isso significa uma política mundial economicista, sem qualquer controle ético. Um economicismo autossuficiente que vai arrumando os grupos sociais de acordo com essa conveniência."

Descarte de jovens e idosos

"Quando reina esse mundo da feroz idolatria do dinheiro, se concentra muito no centro, e as pontas da sociedade, os extremos, são mal atendidos, não são cuidados e são descartados. Vimos muito claramente como se descartam os idosos. Não servem, não produzem. Os jovens também não produzem muito. É uma ponta em vias de ser descartada. O alto percentual de desemprego entre os jovens na Europa é alarmante. Para sustentar esse modelo político mundial, estamos descartando os extremos: os que são promessa para o futuro e os idosos, que precisam transferir sabedoria para aos jovens. Descartando os dois, o mundo desaba."

Globalização da indiferença

"Hoje em dia há crianças que não têm o que comer no mundo. Crianças que morrem de fome, de desnutrição. Há doentes que não têm acesso a tratamento. Há homens e mulheres que são mendigos de rua e morrem de frio no inverno. Há crianças que não têm educação. Nada disso é notícia. Mas quando as bolsas de algumas capitais caem três ou quatro pontos, isso é tratado como uma grande catástrofe mundial. Esse é o drama do humanismo desumano que estamos vivendo. Por isso, é preciso recuperar crianças e jovens, e não cair numa globalização da indiferença."

Diferentes religiões

"Creio que é preciso estimular uma cultura do encontro em todo o mundo. Acho que é importante que todos trabalhemos pelos outros, podar o egoísmo. Um trabalho pelos outros segundo os valores de sua fé. Cada religião tem suas crenças. Se há uma criança que tem fome, que não tem educação, o que deve nos mobilizar é que deixe de ter fome e que tenha educação. Se essa educação virá dos católicos, dos protestantes, dos ortodoxos ou dos judeus, não importa. O que me importa é que o eduquem e que saciem a sua fome. Temos de chegar a um acordo quanto a isso. Hoje a urgência é de tal ordem que não podemos brigar entre nós à custa do sofrimento alheio. Sobretudo, hoje em dia, urge a proximidade."

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/07/papa-critica-globalizacao-da-indiferenca-em-entrevista-ao-programa-fantastico-da-rede-globo-4215836.html

Bye :)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Pearl Jam Black MTV Unplugged Legendado

Fuçando aqui e olha o que eu achei haha Pearl Jam é the best... E como o Eddie era gato! o.O

Black Sabbath: Classic Album Documentary

Documentário super interessante, Black Sabbath é demais, vale muito a pena assistir ;)



Be positive

Olá,

Andei sem postar por alguns dias eu acho, estava (e ainda estou) muito resfriada. Enfim, como andei totalmente sem ter o que fazer, refleti um pouco sobre a minha vida, sobre mim mesma e cheguei a conclusão de que eu não aproveito a vida de maneira alguma, não saio de casa e quando saio ainda não aproveito, não curto sair com os amigos pra ser sincera, não gosto de tirar fotos, perdi de ir no show do Detonautas que todo mundo falou que foi ótimo (não fui porque tava doente, mas mesmo se  tivesse bem eu sei que eu não iria), eu não vivo a minha vida, a única coisa que faço de bom é ler, mas ai acabo vivendo a vida dos personagens e esquecendo a minha novamente. Bom... Eu falei que eu não curto a vida, ai você pensa ela só faz coisas chatas, ela estuda muito, trabalha, é escrava do dever, mas não, eu também não aproveito meu tempo pra estudar, fazer algo que algum dia vai me dar retorno, não, eu não faço nada.  Eu sonho muito, às vezes (sempre na verdade) sonho até mais do que devia e quando acordo vejo a realidade, eu não faço o que devia fazer no momento pra conquistar os meus sonhos do futuro, eu não corro atrás dos meus sonhos e nem da minha felicidade.
Como eu queria viver minha vida plenamente, como eu queria ser feliz de verdade!
Muitas vezes sinto raiva de mim mesma, pois não sou capaz de ficar feliz com a felicidade dos outros, acho totalmente injusto algumas pessoas terem tanta sorte e eu não, algumas pessoas já nascem com a bunda nem é virada pra lua é colada na lua. Me dizem que a felicidade, que os momentos bons de algumas pessoas tarda um pouco (ou muito) pra chegar mas chega, me dizem que se eu continuar pensando que não tenho sorte, que nunca vou ser feliz nunca vou ser feliz, pois nunca vou ver felicidade em nada, sei que quem me disse isso tem razão, mas como a pessoa mesmo disse é mais fácil falar do que agir (ainda mais quando essa pessoa está feliz, quando as coisas na vida dessa pessoa estão dando certo).
De hoje em diante vou prometer pra mim mesma que vou fazer o possível pra parar de ser tão preguiçosa e  egoísta (deixo a minha mãe fazendo todo o serviço sozinha sabendo que ela não está aguentando, pesou demais na consciência agora shushsus), vou parar de achar que sou a coitadinha, a vítima, a sem sorte, a que nunca vai ser feliz, vou pensar positivo, vou continuar sonhando, mas também vou vai o que estiver ao meu alcance para realizá-los, vou  curtir a minha vida, sem que isso atrapalhe o meu futuro, atrapalhe a realização dos meus sonhos, vou ver a felicidade nas pequenas coisas, enfim prometo a mim mesma que vou ser feliz da minha maneira.

Have a nice day! ;D


sexta-feira, 26 de julho de 2013

A Esperança (parte 2)

Good Afternoon,

Ontem passei o dia inteiro terminando de ler A Esperança, o livro é simplesmente maravilhoso, mas é muito triste, porque no fundo é real e não tem um final realmente feliz, como a nossa vida, o nosso fim não é feliz, não existe final feliz, o nosso fim é a nossa morte, a nossa morte só causa sofrimento aos que nos amam. Quando terminei de ler o livro praticamente tive um colapso nervoso haha, pior que é sério mesmo chorei demais. Primeiro me imaginei no lugar da Katniss, milhares de pessoas morreram por minha causa, perdi vários amigos, vi muitos deles sendo mortos brutalmente, perdi minha irmãzinha, já tinha perdido meu pai num acidente nas minas tempos atrás, de certa forma perdi também minha mãe, se eu fosse a Katniss sentiria que meu pai e Prim eram muito mais importantes do que eu pra minha mãe porque de certa forma ela me abandonou e me deixou sozinha no Distrito 12, além disso perdi Gale, querendo ou não, ele era meu melhor amigo, eu era muito feliz quando caçava com ele aos domingos, quando nós caçávamos éramos apenas um, nele eu podia sempre confiar e agora ele estava vivo, mas em outro Distrito e longe de mim.
"[...] Por toda a cidade, a Costura é a mesma coisa. A colheita dos mortos. À medida que me aproximo das ruínas da minha antiga casa, a entrada fica repleta de carroças. A campina não existe mais ou pelo menos foi dramaticamente alterada. Um fosso profundo foi cavado, e estão enchendo o buraco de ossos, uma imensa sepultura coletiva para o meu povo. Contorno o buraco e entro na floresta em meu ponto costumeiro. Mas pouco importa. A cerca não está mais eletrificada e agora está com longos galhos para espantar os predadores. Mas vícios antigos são difíceis de abandonar. Penso em ir até o lago, mas estou tão fraca que mal consigo chegar ao meu ponto de encontro com Gale. Sento-me na rocha onde Cressida nos filmou, mas ela é larga demais sem o corpo dele ao meu lado. Diversas vezes fechos os olhos e conto até dez, pensando que assim que reabri-los, ele terá se materializado sem fazer barulho, como ocorria com frequência. preciso lembrar que Gale está no 2 com um emprego legal, provavelmente beijando outra boca. [...]"
Nessa parte eu chorei, foi mais fácil pra Katniss superar ficar sem o Gale do que pra mim. haha
Enfim é isso e tirei algo bom desse livro, que independentemente do que aconteceu ou aconteça de ruim na minha vida, não vai ser um terço do sofrimento e tudo pelo que eles passaram, ou melhor, pelo sofrimento  pelo qual os nossos antepassados passaram porque eu acabei colocando a história na nossa realidade, realmente as pessoas sofreram como ou até mais do que Katniss, ou outros tributos, rebeldes ou pacificadores, porque o que eles passaram foi real, mesmo depois que a guerra acaba quem participou dela e saiu vivo jamais será o mesmo de antes, sempre terá consigo aquelas imagens horríveis, sempre terá pesadelos com tudo o que aconteceu e pra finalizar o post lá vaio finalzinho do livro:
" [...] Meus filhos que não sabem que, que não sabem que brincam num cemitério.
         Peeta diz que vai ficar tudo bem. Temos um ao outro. E o livro. Podemos fazê-los compreender de uma maneira que os torne ainda mais corajosos. Mas um dia eu terei de dar uma explicação sobre os meus pesadelos. Por que eles realmente jamais acabarão.
         Direi a eles como sobrevivo aos pesadelos. Direi a eles que nas manhãs desagradáveis, é impossível sentir prazer em qualquer coisa que seja, porque temo que essa coisa me possa ser tirada. É quando faço uma lista em minha cabeça com todos os atos de bondade que vi alguém realizando. É como um jogo. Repetitivo. Até um pouco entediante após mais de vinte anos.
       Mas há jogos muito piores do que esse.
                                                                       FIM.



quarta-feira, 24 de julho de 2013

A Esperança (parte 1)

 Hey,

No momento estou quase congelando, o dia foi super congelante e chuvoso e aproveitei pra ler A Esperança, como disse no post anterior deveria estar preparada emocionalmente para lê-lo e ainda não estava, li, foi um turbilhão de sensações que mal consigo descrever, chorei, sorri, fiquei morrendo de raiva, senti uma tristeza sem fim, ai eu realizei que era apenas um livro, que não era real, mas a verdade é que no fundo esse livro é a nossa realidade, retratada de uma forma verdadeira, que mexe com os nossos sentimentos, mostra tudo de ruim que aconteceu e que ainda acontece na nossa sociedade, mostra como o ser humano é capaz de ser cruel. Lendo me lembrei de tudo que já passou pra estarmos aqui hoje, bem, felizes até, sem guerras (pelo menos onde eu vivo), ai me lembro que em muitos lugares, na maioria dos lugares as pessoas ainda não estão tranquilas como estou, ainda estão lutando, morrendo por seus ideais, por uma vida melhor, ai me lembro que eu estou aqui de boa, mas que no fundo sou uma pecinha dos Jogos da capital, ou seja, do governo, que no fundo eles tem total poder sobre mim, que sou obrigada a ver todos os roubos dos políticos corruptos, pagar todos os impostos e não ter retorno, não ter uma escola de qualidade, não ter hospitais decentes, enfim não ter NADA de beneficio, ver o sofrimento de tantas pessoas sem ter o comer, a onde dormir, morrendo nas filas dos hospitais sem atendimento e não poder fazer nada, me sinto uma inútil. Simplesmente é tanta coisa errada, é tanto sofrimento, é tanta dor que simplesmente não consigo mostrar o que estou sentindo, o sentimento de raiva que está tomando conta de mim agora. Acho que nunca teremos paz, depois de tudo que já passamos, guerras, que mataram milhares de pessoas inocentes que foram obrigadas a matar umas as outras sem motivo algum, que alimentaram ódio em seu coração a troco de nada, muitas vezes por culpa de pessoas, acho que nem são pessoas, não humanos, como Hitler, que fizeram tanta maldade, tudo que o mundo viveu até hoje é simplesmente horrível, se pensarmos bem é muito pior ou é igual ao que passam os personagens do livro. E autora bem no fundo quer transmitir uma mensagem (pelo menos eu achei) que o que nós fizermos hoje influenciará as gerações seguintes, então vamos fazer algo útil (não tenho a mínima ideia do que fazer), algo que irá trazer benefícios para o futuro, mesmo que não podemos viver num mundo de paz hoje, alguém lá pra frente irá viver e quem sabe depois que morrermos, na nossa pós vida, teremos paz, veremos a justiça sendo feita. Ás vezes questiono a existência de Deus ou deuses nesses momentos, na verdade não a existência, mas porque eles deixam essas coisas acontecerem... Aff, quem sou eu pra questionar ou falar o que Deus ou deuses devem fazer, né? Escrevi, escrevi, escrevi e ainda acho que não consigui escrever realmente algo bom o bastante pra transmitir o que sinto, mas é isso ai...

Bye bye...


domingo, 21 de julho de 2013

O permanente e o provisório

Olá,

Hoje não vou ficar falando sobre como foi o meu dia e blá blá blá...
Bom.. Estava fuçando nas coisas aqui em casa e achei esse textinho, gostei muito dele e resolvi compartilhar com vocês:

O permanente e o provisório

O casamento é permanente, o namoro é provisório. O amor é permanente, a paixão é provisória. Uma profissão é permanente, um emprego é provisório. Um endereço é permanente, uma estada é provisória. A arte é permanente, a tendência é provisória.

De acordo? Nem eu.

Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem, anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem pra agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.

Amor permanente... como a gente se agarra nesta ilusão. Pois se nem o amor pela gente mesmo resiste tanto tempo sem umas reavaliações. Por isso nos transformamos, temos sede de aprender, de nos melhorar, de deixar pra trás nossos imensuráveis erros, nossos achaques, nossos preconceitos, tudo o que fizemos achando que era certo e hoje condenamos. O amor se infiltra dentro da nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e passíveis de se desgarrar um do outro.

Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, a amizade é fortíssima até encontrar uma desilusão ainda mais forte, a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire.

Faço menos planos e cultivo menos recordações. Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço. Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, alcanço seus limites com as mãos, é nele que me instalo e vivo com a integridade possível. Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós.

Bye ;)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Jogo do Contente

Hey,

Aqui estou novamente...  Acabei de terminar de ler pela "quinquagésima" vez o livro Poliana, ele é bem diferente dos tipos de livros que estou acostumada, mas é sensacional, posso lê-lo milhões de vezes que em todas essas vezes vou me emocionar, vou rir, vou chorar. Nesse livro Poliana ensina a todos o  "Jogo do Contente", onde nós devemos sempre tirar algo bom, algo que nos deixe contente, de algo ruim que nos acontece, e eu resolvi tentar jogar. Hoje, ou melhor, quase todos os dias dessas férias ando me sentindo triste, desnorteada, não tenho nada pra fazer, reclamo que nada de bom me acontece, estou interessada num menino que nem sabe que eu existo, ando pensando muito nele, mas não que eu goste dele, ou que eu esteja apaixonada, ele tem namorada e nem aceitar minha solicitação de amizade no facebook ele aceitou. Gostaria de viajar, sair com as minhas amigas (nem falar com elas por inbox ou sms ando conseguindo, uma tá namorando, ou seja, provavelmente nos abandonou, é sempre assim mesmo), sei lá, fazer algo realmente bom, e hoje não estou me contentando com  as pequenas coisas, com a beleza do lugar onde moro, com as árvores, as flores, as montanhas, o sol... Ah! Como eu gostaria de sumir daqui, me "teletransportar" pra Grécia, visitar os templos, passar por lugares onde aconteceram os "mitos" (eu acredito que todos aqueles "mitos" realmente aconteceram, acho que acredito em deuses gregos, em semideuses, acredito que aqueles deuses ainda estão vivos, ainda estão presentes em nosso mundo atual e sei que essa ideia é completamente maluca), enfim, queria esquecer a minha realidade, mas como isso não é possível, vou tentar achar coisas boas na minha vida atual. Primeiramente antes não estar acontecendo nada, do que estar acontecendo algo ruim, o menino pode não ter me aceitado porque ainda não mexeu no face, o que é bem provável e talvez quando voltar as aulas eu consiga fazer com que ele perceba que eu exista, acho que isso me confortou. Acho que ficarei bem melhor e bem menos pra baixo quando acabar meu resfriado e eu poder me arrumar, é bem difícil, mas talvez eu me ache bonita, me sinta confiante.
Tudo bem, se você leu até agora, e acha que eu sou uma garota escrota, é bem assim que estou me sentindo agora e estou com vergonha também e não sei porque.
Pra finalizar vai um "pedacinhinho" de uma música que me veio na minha cabeça agora:

Don't You Worry Child - Swedish House Mafia

Don't you worry, don't you worry child
See heaven's got a plan for you
Don't you worry, don't you worry now
Yeah ♪

Good Afternoon! 
Bye Bye.





quinta-feira, 18 de julho de 2013

Heartbreak Warfare

Hey,

Primeiro post, vou começar falando um pouquinho sobre mim, sou uma menina super normal, não faço nada realmente útil na minha vida, moro em cidadezinha monótona do interior, ai você pensa: "Por que essa criatura resolveu fazer um blog?" , então também não sei, acho que gostaria de compartilhar um pouco dos meus pensamentos, das minhas maluquices. Continuando a falar sobre mim, amo ler, amo as séries mitológicas do Rick Riordan, e de todas elas tenho um personagem favorito que é o Leo Valdez, filho de Hefesto, não sei porque, mas sou louca por ele (acho que já deu pra perceber que sou meio maluquinha , pelo menos é o que dizem haha), também amo Jogos Vorazes, curto Rock n' Roll (não sou daquelas que usam roupa preta e camiseta de banda e que tem estilo, o que é triste, mas fazer o que não tenho dinheiro mesmo hihi), além de rock curto Phillip Phillips, John Mayer, Jack Johnson e Bob Marley (tudo bem, é meio estranho uma roqueira curtir Bob Marley, mas amo o Bob, acho que quando ouço as músicas dele entro em sintonia com o mundo), sou certinha, estudiosa, só fiquei com um menino até então, as pessoas vivem me colocando pra baixo, jogando na minha cara que sou feia, que ninguém me quer e blá blá blá, na verdade não falam assim tão na cara, mas é o que querem dizer. Queria muito não ligar pra opinião dos outros, mas infelizmente ligo e muito. Aah, não posso me esquecer de mencionar que tenho a melhor mãe do mundo, ela é tudo pra mim, minha melhor amiga, até minha pscicóloga quando preciso, eu a amo demais e o meu pai também, tenho uma ótima vida familiar. Tenho duas melhores amigas, elas são doidinhas, mas são as irmãs que nunca tive (sou filha única), amo elas, independente de qualquer coisa. Mas assim, sempre me sinto um peixe fora d'água quando saimos em turma, ninguém nem percebe que eu existo, minhas amigas sempre são o centro das atenções, sempre fico de lado, aliás é por isso que as duas arrumaram namorado e eu não, na verdade fico feliz por elas, mas triste por mim, porque mesmo não querendo me sinto pior que elas, na vida nada é perfeito, então acho melhor esquecer essa parte. Eu falo demais, né? Então, agora vou só falar um pouquinho sobre o meu dia, até uma certa hora foi tudo normal, monótono como sempre, ai eu resolvi sair do facebook e fui no quintal dar uma voltinha, minha mãe estava plantando alguma coisa, até pensei em ajudá-la, mas quando vi as minhoquinhas na terra, quase sai correndo, foi então que comecei a observar o meu redor, sempre achei que aqui é o fim do mundo, mas na verdade é realmente um lugar encantador, com árvores maravilhosas, eucaliptos, o sol entre os eucaliptos, o céu azulzinho, as montanhas, as nuvens se movendo e formando desenhos (o que lembrou minha infância), vi meu pai trabalhando, ele é artesão, faz miniaturas de animais em argila, hoje observei como é incrível e perfeito o trabalho dele, ele é simplesmente um artista, tem um dom maravilhoso, dado por Deus, ou pelos deuses, só sei que o que ele faz só pode ser obra divina, estou realmente feliz por morar aqui, nesse pedacinho de paraíso (apesar que ainda prefiro morar em Manhattan shsushus).
Finalizando, você que leu este post, que acha o lugar onde você mora uma m***, lembre-se dessa frase que vi num livro de inglês esses dias "Every place has something special." , ou seja, "Todo lugar tem algo especial."
Pra encerrar de vez, uma parte de uma música que não sai da minha cabeça, apesar dela não ter nada a ver com o post:

Heartbreak Warfare - John Mayer

Lightning strike
Inside a chance to keep me up at night
Dream of ways
To make you understand my pain

Clouds of sulphur in the air
Bombs are falling everywhere
It's heartbreak warfare
Once you want it to begin
No one really ever wins
In heartbreak warfare

If you want more love
Why don't you say so?
If you want more love
Why don't you say so?
Bye.